quinta-feira, 29 de junho de 2023
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Caminho
"Meu destino depende de mim, não de Deus. Os estrategistas não acreditam em predestinação, ensinam pessoas a examinar suas situações e seus atos, e a assumir a responsabilidade consciente de seu comportamento e as consequências que ele provoque."
(Ditado Taoísta)
sábado, 22 de maio de 2010
Socialização X Aprendizado
Observo, observo e observo. Tenho a impressão que a raça humana ainda não se conscientizou que são seres sociais.
O ser humano é um ser social, diferentemente dos demais seres vivos que estão presentes no Planeta Azul, precisa dos mais velhos da mesma espécie para sobreviver. Apesar do contato entre os seres humanos ser fundamental para a sobrevivência da espécie, parece que alguma coisa está fora do eixo. Constantemente discursam para melhorar o mundo, mas raramente contribuem para isso.
Poucos se preocupam com a educação, em socializar devidamente as crianças. É mais natural encontrar adultos deseducando, ensinando exatamente como não se deve fazer. Todos nós aprendemos principalmente por meio da observação (visão e audição) e como boa parte dos adultos, apesar de terem um discurso politicamente correto, constantemente oferecem péssimos exemplos aos que estão em fase de crescimento.
Não é a toa que foi necessária a chegada ao planeta das crianças índigo (hoje boa parte já adultas) para prepararem o terreno para as crianças cristal, que trazem consigo um alto grau de consciência. Essa pode ter sido uma tentativa de tentar tirar a humanidade do beco sem saída em que se enfiou.
Chegou a hora dos mais velhos perceberem que podem aprender com os mais novos e tomarem cuidado para não castrarem o conhecimento que as crianças nos trazem.
A tarefa não é fácil e exige cautela, pois além do conflito de geração entre adultos e crianças, há também a limitação dos adultos em compreender o alto grau de desenvolvimento espiritual dos recém chegados ao planeta.
O ideal seria a existência de uma troca, onde os mais velhos ficam com o papel de socializar culturalmente as crianças ao mesmo tempo em que aprendem com elas. É muito duro ver adultos tratando crianças como seres inferiores. Elas não são inferiores, apenas ainda estão em fase de socialização.
O que podemos aprender com as crianças? Simplesmente pare o observe, tenho certeza de que não se decepcionará.
Querem um mundo melhor? Socializem as crianças e, ao mesmo tempo, aprendam com elas.
Há muito tempo, o Mestre da Compaixão já dizia: “Eu lhes asseguro que, a não ser que vocês se convertam e se tornem como crianças, jamais entrarão no reino dos céus.”
O ser humano é um ser social, diferentemente dos demais seres vivos que estão presentes no Planeta Azul, precisa dos mais velhos da mesma espécie para sobreviver. Apesar do contato entre os seres humanos ser fundamental para a sobrevivência da espécie, parece que alguma coisa está fora do eixo. Constantemente discursam para melhorar o mundo, mas raramente contribuem para isso.
Poucos se preocupam com a educação, em socializar devidamente as crianças. É mais natural encontrar adultos deseducando, ensinando exatamente como não se deve fazer. Todos nós aprendemos principalmente por meio da observação (visão e audição) e como boa parte dos adultos, apesar de terem um discurso politicamente correto, constantemente oferecem péssimos exemplos aos que estão em fase de crescimento.
Não é a toa que foi necessária a chegada ao planeta das crianças índigo (hoje boa parte já adultas) para prepararem o terreno para as crianças cristal, que trazem consigo um alto grau de consciência. Essa pode ter sido uma tentativa de tentar tirar a humanidade do beco sem saída em que se enfiou.
Chegou a hora dos mais velhos perceberem que podem aprender com os mais novos e tomarem cuidado para não castrarem o conhecimento que as crianças nos trazem.
A tarefa não é fácil e exige cautela, pois além do conflito de geração entre adultos e crianças, há também a limitação dos adultos em compreender o alto grau de desenvolvimento espiritual dos recém chegados ao planeta.
O ideal seria a existência de uma troca, onde os mais velhos ficam com o papel de socializar culturalmente as crianças ao mesmo tempo em que aprendem com elas. É muito duro ver adultos tratando crianças como seres inferiores. Elas não são inferiores, apenas ainda estão em fase de socialização.
O que podemos aprender com as crianças? Simplesmente pare o observe, tenho certeza de que não se decepcionará.
Querem um mundo melhor? Socializem as crianças e, ao mesmo tempo, aprendam com elas.
Há muito tempo, o Mestre da Compaixão já dizia: “Eu lhes asseguro que, a não ser que vocês se convertam e se tornem como crianças, jamais entrarão no reino dos céus.”
terça-feira, 20 de abril de 2010
A Fada da Primavera
Neste conturbado Planeta Azul, muitas vezes as fantasias se transformam em realidade e maravilhosas surpresas acontecem. Tive a oportunidade de conhecer uma fada que me ensinou muitas coisas sobre a vida. Tudo aconteceu como um gesto de mágica, rapidamente! E quando eu menos esperava, ela foi embora...
Uma das coisas que aprendi neste breve contato, foi “exorcizar meus demônios”, mandar embora qualquer sentimento ruim que aparece. Essa magia acontece graças ao “instrumento de poder” que ganhei da própria Fada: uma flauta.
Todas as vezes que me sinto angustiado, entediado, cansado ou nervoso, eu pego o "instrumento de poder", abro a janela e fico olhando as arvores de um lindo bosque. Com a flauta em minhas mãos assopro algumas notas, mudo meu ritmo de respiração, oxigeno melhor meu cérebro e me harmonizo com o som. Toda a negatividade se dissipa e, em poucos minutos, o meu estado de espírito se transforma da água para o vinho. Os “demônios” desaparecem e volto ao meu equilíbrio, a vida fica novamente serena.
Porém, há um único sentimento que a flauta mágica não consegue dissipar: a saudade. Saudade de uma Fada que foi e nunca mais voltou...
Uma das coisas que aprendi neste breve contato, foi “exorcizar meus demônios”, mandar embora qualquer sentimento ruim que aparece. Essa magia acontece graças ao “instrumento de poder” que ganhei da própria Fada: uma flauta.
Todas as vezes que me sinto angustiado, entediado, cansado ou nervoso, eu pego o "instrumento de poder", abro a janela e fico olhando as arvores de um lindo bosque. Com a flauta em minhas mãos assopro algumas notas, mudo meu ritmo de respiração, oxigeno melhor meu cérebro e me harmonizo com o som. Toda a negatividade se dissipa e, em poucos minutos, o meu estado de espírito se transforma da água para o vinho. Os “demônios” desaparecem e volto ao meu equilíbrio, a vida fica novamente serena.
Porém, há um único sentimento que a flauta mágica não consegue dissipar: a saudade. Saudade de uma Fada que foi e nunca mais voltou...
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
O momento certo? Agora!
Exatamente agora é o momento de tomada de consciência e perceber a realidade. Há condições para isto, basta apenas força de vontade.
Não adianta ficarmos nos justificando, pois justificativas não mudam a realidade. Se no passado houve exaustão e agora não estamos numa boa, temos um grande sinal de que a forma como estávamos (e possivelmente ainda estamos) vivendo não é a mais adequada.
Nossas ações sem consciência de nada adiantam, não nos levam a lugar algum.
Na medida em que passamos a administrar a mente, muita coisa boa pode acontecer. Nossas ações passam a ser transformadoras e nos direcionam a um “agora” saudável. Podemos mudar a forma de ver o mundo por meio desta transformação de consciência.
Um bom começo é o desapego ao passado e deixar de lado o sentimento de culpa pelos erros cometidos. O passado só existe em nossa mente, é apenas uma ilusão -- indivíduos conscientes não vivem em mundo de ilusões.
Outra dica é trilhar um novo caminho ou redirecionar o que já existia, buscando um caminho reto, com objetivo – o caminho do meio. Neste caminhar não faremos comparações, afinal de contas não somos iguais a ninguém, somos únicos.
Cada indivíduo possui seus encantamentos e mistérios a serem descobertos!
Palavra do momento: Consciência.
domingo, 8 de novembro de 2009
Inocência
Ao nosso redor há ilusões que deveremos destruí-las o quanto antes. É preciso compreender a realidade a cada momento.
A vida é repleta de mudanças. Quando menos esperamos, ela se movimenta, abrindo espaço para o novo. Surgem novas situações, dificuldades e oportunidades...
E o que fazer com tudo isso? Como agir?
Devemos deixar nossos sentimentos negativos de lado e celebrar em harmonia com o mundo que está ao nosso redor. A solução é trabalharmos com o que nos é oferecido. Não há possibilidades de voltar o passado, ele já não existe mais, já se foi.
A vida nunca nos deixará sem uma aventura. Não existe um ponto final, é como uma contínua viagem... Nunca saberemos o fim, portanto não existem certezas, apenas mudanças.
Quando vivemos um novo momento, os questionamentos que aparecem em nossa mente podem nos atrapalhar, pois tendemos a solucioná-los com experiências já vividas. Corremos o risco de entrarmos em confusões mentais que abalam nossas emoções.
As experiências vividas nos tiram a inocência, mas precisamos buscá-la novamente, só que agora, deixando a infantilidade de lado.
Com a inocência nos norteamos e o sol volta a brilhar.
sábado, 31 de outubro de 2009
Água fria
Conectado com a busca, o aprendizado chega. Pode demorar uma fração de segundos, a vida toda ou até mesmo a eternidade. Este tempo é relativo com a força de nossa conexão na Energia Cósmica. Quem só pensa no próprio umbigo e vive olhando para o chão está desplugado da conexão. O negócio é começar com peito estufado, nariz empinado e um belo sorriso no rosto.
Pensar em tudo o tempo todo, ou “fritar a cabeça” como eu costumo dizer, é o mesmo que cair em uma areia movediça - há o perigo de nos afundarmos com a agitação. É preciso levar a vida terrena com calma e leveza.
Percebi que viver utilizando a mente apenas quando convém pode ser uma grande conquista. Desta forma é muito mais fácil de escutar nosso coração, entender melhor nossos sentimentos, encontrar paz e nos amarmos.
Neste processo a simplicidade é fundamental, pois é ela que nos leva à calma e à leveza. A mente nos complica o tempo todo, basta colocarmos no papel tudo o que passa em nossa cabeça para termos certeza de que ela é totalmente desregulada. É assustador! Todas as informações que nossos sentidos absorvem aparecem de forma desconexa e acabam deixando nossa vida com vários obstáculos no caminho: “cuidado", "é perigoso", "tem coragem?", "assim é o certo", "aquilo é errado", "bonito", "feio"... Esses julgamentos são aterrorizantes e o medo criado inibe nosso desenvolvimento. Como a mente desregulada não pára de julgar, pensamos que ocorre o mesmo com os outros e nos tornamos pessoas inibidas e complicadas.
A partir de agora criei o botão ON/OFF na minha mente. Procurarei usá-la apenas quando for conveniente. Nos momentos em que o botão estiver na posição OFF, irei aproveitar mais a minha respiração, observar melhor as informações que meus sentidos passam, afiar a minha intuição e, principalmente, não julgar. Aliás, não havia um mestre que dizia: “não julgar para não ser julgado”? Acho que ele já conhecia o tal botão ON/OFF naquele tempo!
domingo, 11 de outubro de 2009
O Vôo do Corvo
Eu crio a realidade, pois a vida é um sonho lúcido. Escolho e controlo meus desejos, pois o tempo todo é momento de colheita. O universo está comigo assim como eu estou com ele.
As coisas simplesmente acontecem. Ficar estressado é uma ilusão do ego. A ação diária é importante, mas as metas não. As metas são neuróticas, egóicas.
Na medida em que a ação diária flui, as coisas acontecem. Há colheita o tempo todo.
Constantemente trabalho minha intuição, há uma voz interior que me dá todas as respostas. Procuro sintonizar minhas ações com esta voz interior.
Dentro deste sonho lúcido procuro aventurar-me, indo para onde a voz interior me guiar. Em silêncio medito e oriento-me, em silêncio encontro paz.
Pois sabem como é: filho de Deus, Deusinho é.
As coisas simplesmente acontecem. Ficar estressado é uma ilusão do ego. A ação diária é importante, mas as metas não. As metas são neuróticas, egóicas.
Na medida em que a ação diária flui, as coisas acontecem. Há colheita o tempo todo.
Constantemente trabalho minha intuição, há uma voz interior que me dá todas as respostas. Procuro sintonizar minhas ações com esta voz interior.
Dentro deste sonho lúcido procuro aventurar-me, indo para onde a voz interior me guiar. Em silêncio medito e oriento-me, em silêncio encontro paz.
Pois sabem como é: filho de Deus, Deusinho é.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
domingo, 12 de julho de 2009
Contato com a Rainha
O senso comum costuma dizer que a esperança é a ultima que morre. Pode até ser verdade para a maioria das pessoas, porém atrás desta frase há algo a mais... Quando só resta a esperança, é sinal de que já estamos mortos, vivendo como derrotados, como se a batalha já estivesse perdida. Pensando desta forma nada surgirá de novo e o máximo que pode acontecer é esperar que sejamos aniquilados. É isso mesmo! Se vivermos apenas com a esperança, estamos perdidos, dificilmente alcançaremos nossos objetivos e nossos desejos. Quando a esperança é a única coisa que nos resta, deixamos nossas forças irem embora e sem força, não há luta, não há conquista.
O interessante é aprendermos a controlar nossos desejos. Quando controlamos nossos desejos, tudo acontece. Porém, não trabalharei este assunto agora, quem tiver curiosidade a respeito, consulte o Mago Papus. Ele aborda este assunto muito bem.
Antes de conseguirmos atingir o ensinamento de aprender a controlar nossos desejos, precisamos aprender a lição anterior, que se encontra um degrau abaixo. Trata-se da "Fé". Acreditar é a lição do momento. Precisamos acreditar em nós mesmos, em nossos potenciais, em nosso poder criativo, em nossa capacidade. É a partir daí que as coisas começam a mudar para melhor.
Só podemos trabalhar a força que o degrau da "Fé" nos proporciona depois de resolvermos o degrau anterior, do “Objetivo”. É muito importante refletir a respeito de nossos objetivos, sobre o que desejamos e qual a nossa missão aqui no Planeta Azul. A partir do momento em que descobrimos nosso objetivo na vida, as coisas começam a acontecer.
Como todo terráqueo, também já tive meus momentos de dificuldades, que foram superados pela "Fé". Já havia descoberto meu objetivo, porém as coisas continuavam difíceis para caminhar. Quando vivenciamos esta difícil fase, devemos estar completamente atentos ao nosso redor, pois o universo caminha conosco e não ao contrário. Não devemos deixar passar nenhuma oportunidade, qualquer coisa que esteja ligado ao nosso objetivo, devemos agarrar com unhas e dentes. É a partir de experiências que chegamos ao aprendizado, e conseqüentemente, a nossas conquistas.
Muitas coisas podem acontecer em sonhos, e nesta ocasião, comigo não foi diferente. A Rainha fez um contato direto comigo, chegou flutuando em um dia chuvoso, rodeada por rosas. Veio até mim, e sem que eu perguntasse algo, disse-me para ter calma, que dentro de pouco tempo algo iria mudar em minha vida... E mudou!
Não contarei detalhadamente o contato, pois é algo pessoal, mas o que tenho pra falar é que com "Fé", as coisas acontecem.
Quando acreditamos, os sonhos se tornam realidade.
Luz!
quarta-feira, 8 de julho de 2009
A gruta da Grande Mãe
É fato que muitas doenças surgem por meio de nossos pensamentos, afinal de contas, diariamente absorvemos uma enxurrada de informações negativas mesmo quando não desejamos, pois nossos sentidos ficam constantemente “ligados”. As poluições visuais e sonoras contribuem muito. Em toda parte temos contato com violências e maldades através de jornais, revistas e canais de televisão. É freqüente encontrarmos pessoas com depressão, TOC, síndrome do pânico e uma série de outras enfermidades que não havia em tanta quantidade nos séculos passados. A ansiedade, a angústia e a insegurança também estão presentes em jovens que perderam a coragem de viver a vida como uma grande aventura, pois a sociedade está doente, ocorrendo assim um ciclo vicioso doentio: indivíduos doentes formam uma sociedade doente, que por sua vez, forma indivíduos doentes.Cabe a cada indivíduo buscar a melhora para sua vida e conseqüentemente contribuir para uma sociedade mais elevada. Meditações, visualizações e busca por sentimentos saudáveis são exercícios muito interessantes para serem realizados antes do sono. Feitos com disciplina, cotidianamente, obtemos efeitos maravilhosos e conseguimos fugir do ciclo vicioso doentio.
Ao realizarmos meditações, deixamos a mente fluir naturalmente sem preocupações e quase sempre podemos passar por alguma experiência de sonho lúcido, regressão a vidas passadas ou até mesmo viagens astrais. Quanto mais praticamos, maiores e melhores serão os resultados.
Certa vez, me exercitando com estas práticas, deparei-me em uma praia. O dia era ensolarado e eu seguia em uma direção, não me encontrava “curtindo o dia”, mas estava em busca de algo.
Atravessei uma vila que beirava a praia junto com algumas pessoas. Logo após a passagem pela vila, o tempo fechou. Começamos a descer um morro por um caminho muito estreito e, neste momento, tínhamos que andar em fila indiana. A caminhada era cansativa, mas no fundo eu sabia que iria valer à pena e continuava sem reclamar. Chegamos a outra praia lotada de pessoas, a areia era fofa e o calor era insuportável. Tudo indicava que eu teria que caminhar pela paia toda, e lá fui eu! Ao chegar ao final da praia, entrei no mar e aí, novamente o tempo ficou nublado, o mar estava revolto. Segui em direção à linha do horizonte e, em alguns momentos, a dificuldade era grande, mas eu não desistia, sabia que iria encontrar algo, era como se eu estivesse hipnotizado. As ondas chegavam sem parar e em alguns momentos ficava em baixo d’água, coberto inteiramente. Em outros, o mar estava raso e eu podia caminhar a pé. Foi com uma onda muito grande que aconteceu... Fui lançado inesperadamente para baixo e levado para um lugar ligeiramente escuro... Era uma gruta!
Encontrei-me completamente só, mas não me assustei, sentia-me seguro, era uma situação muito confortável. Todos os meus sentimentos se estabilizaram, havia uma paz celestial. Aos poucos reparei em um som, era ele que me transmitia toda a sensação maravilhosa. O canto causava um encanto, um encanto de sereia. Conforme eu ficava ali, a sensação de que eu estava protegido aumentava ainda mais, era como se eu estivesse recebendo um cafuné no colo da Grande Mãe, ou até mesmo dentro de um útero materno.
Ao voltar do exercício, eu estava completamente renovado, meus sentimentos equilibrados e encorajado para continuar a enfrentar as aventuras que a vida nos proporciona. A sensação de que eu não estava só, que alguém ou algo me protegia, era muito forte. Voltei para esta gruta algumas vezes, sempre em momentos de dificuldades, e o resultado sempre foi fantástico. Podemos observar que, para chegar até esta gruta passei por lugares difíceis e complicados, mas é importante sabermos que em qualquer processo, ao passarmos as dificuldades durante o caminho, a chance de chegarmos ou encontrarmos algo sublime é grande.
É durante estes processos que damos a chance de nosso Eu interior nos ensinar, pois tudo o que precisamos, encontramos em nós mesmos.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Quatro Magos Negros
Acordei com os rugidos dos leões que moram enclausurados ao lado da minha casa. Sempre que eles rugem por volta das cinco horas da manhã eu acordo. Os rugidos são tristes, como se fossem lamentações... É incrível como o ser humano é bizarro! Capturar um animal que vive em outro continente e colocar em uma jaula com 20 m²!? É muito egoísmo! Talvez seja uma questão de poder, pra se sentir “o dono,” “o maioral”... Sei lá! O pior ainda é como algumas pessoas se comportam na frente das jaulas... Aí eu fico triste, pois eu sinto como ainda existe ignorância. O ser humano é muito xucro, ainda temos muito que aprender.Já que eu acordei, fiz um café e resolvi postar o que me ocorreu em uma madrugada da semana passada...
Vi-me em um lugar bege. Não havia nada, apenas esta cor me rodeava. Enquanto eu procurava por algo, fui surpreendido por quatro magos negros vestidos de vermelho.
Rodeado por eles, cada um colocou seu cajado na altura do meu abdômen e o que eu acredito ser o líder, começou a me questionar com tom de ironia:
- Você está tentando manipular energia? Trabalhar com os oráculos? Se envolver com forças, magias? Então veja o que acha disto!
Imediatamente senti uma espécie de vibração muito forte, como se muitas moléculas estivesses se movimentando a bilhões por hora dentro de mim. Começou pelo meu Chakra da Base e foi contagiando todos os outros até chegar ao Chakra da Coroa. Em poucos instantes meu corpo estava aprisionado em um campo de força. Desesperei-me e comecei a pedir ajuda ao Meu Mestre, que me libertou desta situação.
Na realidade, os magos negros estavam me oferecendo poderes caso eu decidisse trabalhar com eles. A idéia foi mostrar que podemos adquirir fortes poderes independente da conduta moral, e é justamente aí que entra a diferença entre conhecimento e sabedoria. Podemos ter conhecimento, mas somente o sábio é capaz de usar conhecimento com sabedoria. O sábio trabalha o seu conhecimento com amor.
Apesar de eu não ter entendido no momento a realidade por qual eu estava passando, durante o dia que se seguiu Meu Mestre me explicou o fato ocorrido. Os magos negros estavam tentando me convencer de que eu poderia me juntar a eles e até mesmo me tornar tão forte quanto eles, porém o meu medo me salvou! Tinha mesmo percebido que a força que me rodeava não era sublime, tanto é que fiquei assustado.
De agora em diante ficarei mais experto com minhas aventuras fora do corpo, pois já tenho certeza que em muitos momentos eu serei testado.
Poder e egoísmo não combinam.
O caminho do peregrino é cheio de ciladas!
Luz na mente, paz no coração e energias positivas sempre!
O caminho do peregrino é cheio de ciladas!
Luz na mente, paz no coração e energias positivas sempre!
quinta-feira, 2 de julho de 2009
O inferno não é aqui.
Muitos falam que a Terra não é um lugar bom, inclusive há os que dizem que o inferno é aqui mesmo. Porém, aqui na Terra temos a possibilidade da escolha, ou seja, somos capazes de escolher o que queremos para nós neste mundo material, conforme nossas limitações, é claro. O que muitos desconhecem ou até mesmo esquecem, é que sempre haverá a lei universal da Ação-Reação e é aí que a vida terrena pode se transformar literalmente em um inferno. Durante o sono, temos a capacidade de nos desprendermos de nosso corpo material e viajarmos espiritualmente. Em alguns casos temos apenas sonhos, mas em outros entramos em conexão com outros planos. Tudo ocorre conforme nossa vibração ou freqüência, e assim podemos ir para algum lugar sublime ou não.
Com estas experiências sempre tiramos algum aprendizado, basta prestarmos atenção nos fatos, pois eles sempre nos dirão algo. É claro que para um principiante, nada acontece maravilhosamente bem. Como diz o meu pai, para nos tornarmos grandes temos que começar por baixo, e no plano espiritual ocorre da mesma forma, nada vem de graça.
Foi durante estas experiências que eu soube que realmente o inferno não é aqui...
“Creeeeedo! Que cheiro horrível!” Estas foram as primeiras palavras que eu pensei quando eu acabei de chegar em lugar que chamo de Umbral , pois até agora não sei exatamente onde eu estava.
“Nossa, esse cheiro de novo!” Foi o que eu pensei quando fui parar neste mesmo lugar pela segunda vez.
“Não acredito...” Foi o que eu pensei na terceira vez...
Tive a oportunidade de ir para este Umbral três vezes, em todas as vezes passei por apuros. Foi uma das experiências mais horríveis que já passei. Muitas sensações misturadas: pânico, medo, nojo, desespero, angústia, pavor. O único sentimento bom era o de esperança. Esse não desapareceu em nenhum momento, foi a minha sorte...
Nas três experiências a história foi praticamente idêntica. Eu cheguei neste lugar e a primeira coisa que me chamou a atenção foi o cheiro. Nem deu tempo de ver nada, o cheiro medonho foi a primeira coisa que chamou minha atenção, e já era o suficiente para eu desejar sumir daquele lugar.
Tinha a impressão de que eu estava em um telhado de algum edifício muito alto, pois via o chão e mais nada ao meu redor. Após alguns passos percebi que estava rodeado por seres. Estes seres possuíam a aparência de humanos, mas eu não conseguia ver seus rostos. Todos estavam cobertos com uma espécie de trapos grossos e muito sujos. Percebi que o cheiro medonho vinha destes seres que pareciam estar em estado de decomposição, necrose.
O que já era péssimo passou a ficar pior. Logo que tomei consciência desta situação, todos os seres também passaram a perceber minha presença e começaram vir em minha direção, e eu mais do que nunca, comecei a fugir. Corria desesperadamente para todas as direções possíveis e não conseguia encontrar nenhuma saída. Em todas as direções em que eu me arriscava, encontrava mais destes seres, afinal de contas eu estava no mundo deles, portanto o estranho era eu.
Passei por um perrengue lascado, pois na época em que ocorreram estes fatos, eu ainda tinha pouco estudo a respeito de projeções astrais, e em nenhum momento sabia que podia pedir auxílio para meu Guia, Anjo Protetor, ou qualquer outra entidade de Luz que pudesse me socorrer.
Acredito que aqueles seres achavam que a minha energia era melhor do que a deles e eles desejavam ajuda, mas nunca ia dar conta do recado, pois a situação era preta. Chegou a passar pela minha cabeça que eles poderiam até ter me visto como um deus, um salvador, sei lá... Só sei que o negócio foi bravo.
Em todas estas três vezes, quando eu consegui me livrar da situação, o processo da volta era sempre o mesmo: uma sensação de estar só, transitando em uma madrugada fria, em algum lugar bem barra pesada de alguma metrópole. Aos poucos eu ia chegando em lugares que transmitiam menos perigo e... Eu acabava acordando no meio da madrugada em meu quarto escuro. A sensação de pânico ainda era grande e eu demorava muito tempo para criar coragem de ir até a cozinha para tomar um copo d’água. Chegava a ficar com medo de pegar no sono novamente e ir parar novamente neste Umbral.
A partir destas experiências tomei a decisão de procurar melhorar meus pensamentos no dia-a-dia, pois gostaria de visitar lugares mais tranqüilos. Nunca mais visitei este lugar depois da “terceira vez”, e rezo para que isso nunca mais aconteça.
Em muitas vezes, sofremos para aprender, afinal de contas aprender não é uma tarefa fácil. Mas mesmo assim, a Terra está longe de ser um inferno... Há muitos lugares piores...
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Contato de Tratamento

Durante todo o dia, senti uma vibração em meu cotovelo esquerdo, que oscilava de tempo em tempo. Por volta das 22 horas fui me deitar, sentindo ainda esta vibração. Era noite de lua cheia, 08 de dezembro de 2008, data em que se comemora a padroeira de Campinas – Nossa Senhora da Conceição.
Não conseguia pegar no sono, e como de costume, fiz minhas orações. Procurei emanar vibrações direcionadas à Nossa Senhora e à Yori, devido a um episódio que presenciei durante ao final de semana, pois tal fato não saía da minha mente.
Em seguida, deitado na cama com a luz apagada, coloquei meus fones de ouvido para escutar alguns pontos de Umbanda. Meu corpo amorteceu e logo eu entrei no estágio alfa.
Cheguei em um lugar parecido com uma chácara que meus pais terrestres já tiveram. Neste lugar também era noite e eu estava rodeado por árvores flamboyant. Havia uma clareira entre as árvores, e neste local, encontravam-se alguns parentes: pai, mãe, irmã e duas sobrinhas. Havia outra família, que era grande e participava da mesma situação.
Reparei que algo começou a surgir no céu... e eu já sabia do que se tratava! Era mais um contato.
No céu escuro, apareceu alguns hologramas coloridos, e na medida em que o tempo passava, os hologramas começaram a ficar mais forte, chegando a parecer mandalas luminosas, como se fosse um portal.
A situação ficou tensa, procuramos nos reunir, pois não tínhamos idéia do que poderia acontecer. Fiquei junto com minha irmã e minhas sobrinhas. As luzes se tornaram cada vez mais intensas, todos estavam agitados. O portal ficou próximo e dele sairam muitas crianças, realmente uma quantidade enorme de crianças, todas elas com presentes nas mãos. Vieram em nossas direções e entregavam presentes para todos.
Uma criança chegou até mim dizendo que meu presente havia ficado “lá em cima”. Não respondi nada, pois estava sem reação. Neste momento, meu pai a pegou no colo e disse a ela que estava tudo bem. Minha sobrinha mais velha chegou a conversar com as crianças das naves, e apesar de sua fisionomia muito tranqüila, eu fui atrás dela para que ficasse comigo.
Depois da entrega de presentes, todas as crianças retornaram de forma organizada, e em seguida, o portal lentamente se fechou.
Todos não paravam de falar, estávamos eufóricos. Enquanto o portal fechava, ele nos iluminava com luzes coloridas. Ficávamos andando de um lado para o outro, até que minha mãe me perguntou se eu havia ficado com alguma marca, mas em mim nada havia de diferente. Minha irmã veio e me mostrou marcas em sua mão direita, como uma espécie de holograma, parecia uma marca de “luz negra”. Aparentemente, mesmo com a marca em suas mãos, estava com um ar sereno. Meu coração estava a mil por hora e todo meu corpo vibrando com uma sensação muito boa, forte e inexplicável para os sentidos humanos.
Acordei com uma mulher gritando na rua: Maria! Maria! Eu estava atordoado com o fato ocorrido, mas me sentindo muito bem, a sensação realmente era muito agradável. Tudo foi real.
Agora acordado, sei que os parentes envolvidos neste episódio foram outros espíritos que se revestiram com a imagem de meus parentes para que eu me sentisse mais protegido. Levantei, bebi um copo d’água e dormi muito bem o resto da noite.
Durante o episódio todos ganharam presentes, menos eu. Mas pensando melhor, descobri que o meu presente foi o próprio contato juntamente com o tratamento que fizeram em mim: Tiraram da minha mente um um sentinmento horrível que eu sentia por ter visto uma cena pesada. Hoje já não tenho mais aquela sensação ruim. Passei por um tratamento espiritual.
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Guerreiros de Aruanda

É realmente muito bom descobrir coisas novas. É importante conhecer ali, acolá... Sempre procuro descobrir algo novo e, quando o encontro, procuro estudá-lo ao máximo. Algumas coisas, eu me encanto e logo me desencanto. Quando isto acontece é porque a conexão foi fraca, e depois de certo período de aprendizado, deixa de ser interessante. Mas nesta história toda, o que mais importa, é que no próximo encanto, a força poderá aparecer maior... E tudo se torna incrivelmente melhor!
Uma porta está se abrindo, e aos poucos, tudo o que eu vejo é beleza, paz, amor e Luz!
O texto abaixo, representa apenas uma pitada deste todo infinito em que vivemos. Pode ser que para alguns não seja nada, mas para mim, só pela beleza já vale à pena.
"Refletiu a luz divina, com todo seu esplendor
é do reino de Oxalá
onde há paz e amor
Luz que refletiu na terra
Luz que refletiu no mar
Luz que veio de Aruanda, Para todos iluminar
A Umbanda é paz e amor
É um mundo cheio de luz
É a força que nos dá vida e a grandeza nos conduz.
Avante filhos de fé
Como a nossa lei não há
Levando ao mundo inteiro
A Bandeira de Oxalá!"
"Levando ao mundo inteiro, a Bandeira de Oxalá!"
Gostei do que li. Vejo nestas palavras muita sinceridade. Acho que vou dar umas voltas por estas bandas... Afinal de contas, tudo que se conhece jamais se esquece.
Saravá Umbanda!
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Papo Hippie

Um dia, sei que vou embora. Não sei quando... se está perto, se está longe... Só sei que quando este dia chegar, eu irei em paz. Irei em paz porque sei que durante a minha caminhada, eu tentei cultivar o amor. Digo cultivar pelo fato de ser uma tarefa muito difícil e sei que em muitos momentos eu não consegui, aliás estava longe disto. Mas fico tranqüilo, pois o que vale é a tentativa.
É errando que se aprende. Acredito ser importante prestar atenção em nossos erros e lembrar-nos de que devemos amar sempre, em todas as ocasiões.
Só conseguiremos ter um mundo melhor no dia em que tomarmos consciência de que é o comportamento individual que forma o coletivo, se eu me comportar como uma célula doente, não haverá corpo saudável. Só haverá um mundo melhor, se eu melhorar. A coisa depende de mim e não só dos outros. Portanto, procuro agir como uma célula sadia.
Desejo que todos vocês estejam nesta mesma vibração.
Que todos nós consigamos partir em PAZ!
PAZ E AMOR!
É errando que se aprende. Acredito ser importante prestar atenção em nossos erros e lembrar-nos de que devemos amar sempre, em todas as ocasiões.
Só conseguiremos ter um mundo melhor no dia em que tomarmos consciência de que é o comportamento individual que forma o coletivo, se eu me comportar como uma célula doente, não haverá corpo saudável. Só haverá um mundo melhor, se eu melhorar. A coisa depende de mim e não só dos outros. Portanto, procuro agir como uma célula sadia.
Desejo que todos vocês estejam nesta mesma vibração.
Que todos nós consigamos partir em PAZ!
PAZ E AMOR!
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
O que eu sei, é que as coisas acontecem...

Quanto mais o tempo passa, mais as coisas acontecem. Já tem alguns dias que não apareço por aqui para contar as novidades. Ultimamente, estão acontecendo algumas coisas interessantes. Inclusive, irei descrever algo que me ocorreu nestes últimos 30 dias...
Como vocês já devem ter percebido, eu tenho certa "facilidade" em fazer projeção astral. Aliás, "facilidade" não é o termo mais apropriado. Me exercitei bastante para chegar até aqui e o que eu tenho certeza, é que não foi fácil. Não sei ao certo em que nível me encontro, pois me projeto e tudo é muito sutil... Sutil, mas real.
Após escrever meu último post, participei de um trabalho xamânico e, segundo o xamã que estava em contato com as forças do astral, fui orientado a seguir um mestre, aprender os seus passos e tentar seguir o seu exemplo. Solicitaram-me para parar um pouco com as leituras e vivenciar o ensinamento apenas desse mestre. E é o que eu estou fazendo.
No mínimo em dois momentos do dia, canalizo minhas vibrações em direção a este mestre, procuro entrar na mesma sintonia que a dele.
Nos primeiros dias, eram apenas práticas meditativas, passados alguns dias, comecei a rezar alguns mantras. Fiz isso até ter certeza de que eu já estava conseguindo me sintonizar e ter consciência no plano astral.
Os primeiros sintomas positivos foram sonhos lúcidos que eu tive (e ainda tenho) quando dormia após as meditações. Muitas vezes também ocorrem durante a própria meditação.
Em certo dia, rezando os meus mantras como de costume, resolvi fazer um pedido para o mestre. Lembrei-me que havia assistido uma palestra sobre viagens e projeções no astral. O palestrante havia comentado que ao nos encontrarmos no astral, devemos procurar um mestre, pois caso contrário, poderíamos entrar em alguma situação difícil. Pensei comigo:
1) Eu estou procurando seguir meu mestre.
2) Estou canalizando minhas meditações nele.
3) Estou tendo experiências com projeções astrais.
Concluí que para me aproximar mais do mestre, deveria pedir-lhe algum trabalho. Um trabalho em que eu possa estar ajudando alguém, fazendo o bem, ou qualquer outra coisa neste sentido.
Aconteceu. Durante três noites seguidas, consegui me projetar no astral.
Cheguei em uma casa. Era uma casa de fundos, como se fosse uma edícula. Nela havia apenas um quarto e um banheiro. A cor das paredes era amarela queimada, cor daqueles molhos de mostarda bem forte que encontramos por aí. Também havia um altar ao meu lado direito. Logo a minha frente, uma mesa de madeira bem rústica. Cheguei, observei o lugar e continuei minhas orações, igualmente eu estava fazendo, antes da projeção acontecer. Após certo momento, chegou um senhor.
O senhor veio em minha direção, conversamos um determinado assunto, fiz uma oração ao lado dele e ele foi embora. Fiquei orando e pensando nele.
Passado mais algum tempo, entrou uma mulher e desabafou um pouco comigo. Após ela falar tudo o que queria, ficou em silêncio e eu orei ao seu lado. Após a oração, ela se foi.
Na medida em que a mulher saía, entrava outra de mãos dadas com uma criança. Desta, eu escutei pouco e falei muito. Tive vontade de mandar energia por palavras. Fui firme e forte em relação ao meu ponto de vista. Em seguida me silenciei e ela foi embora levando a criança.
Após a mulher e a criança, não aconteceu mais nada. Continuei orando até que acordei, já na minha casa e em meu corpo, para beber água.
O que eu sei, é que as coisas acontecem...
O que eu sei, é que as coisas acontecem...
sábado, 16 de agosto de 2008
A Batalha

É natural que todos nós busquemos a felicidade, mas poucos a encontram de fato. Também é notório que só sabemos o que é felicidade pelo fato de inevitavelmente estarmos constantemente em contato com a tristeza.
Em busca da tão almejada felicidade, acabamos entrando em várias ciladas, que estão presentes em toda à nossa volta, na verdade vivemos em meio a uma teia gigante de ciladas, e isto faz com que a queda seja muito fácil.
A única forma de tentarmos sair deste vale de lágrimas é pensando em nossos atos, nos policiando, para que, de olhos bem abertos, consigamos encontrar o caminho da retidão que nos leva a tão sonhada felicidade.
Felicidade é leveza de espírito, é ter o menos possível problemas ou dificuldades, e acreditem, há um caminho para isto.
Qualquer ser humano é um condicionado e a questão é justamente como estamos condicionados. Há dois princípios de condicionamento, o negativo e o positivo. O condicionamento negativo são os vícios, é o que nos prende ao vale de lágrimas. Há uma infinidade deles, tanto material quanto imaterial. Vícios de desejos materiais, vícios de pensamentos mundanos, sentimentos não sublimes, vícios de prazeres momentâneos que nos afundam e encharcam nosso cotidiano de dificuldades. Não irei citar exemplos, pois na realidade trata-se de uma infinidade de coisas e cabe a cada indivíduo fazer uma auto-análise e descobrir quais são os seus próprios vícios.
O princípio de condicionamento positivo é algo a ser desenvolvido e aprendido durante a vida, é o que podemos chamar de virtude. A virtude pode e deve ser adquirida por esforço individual, cabe ao indivíduo lutar pela sua conquista. Para isto, devemos constantemente julgar e discernir nossos atos, separar o negativo do positivo, transformar o negativo em positivo, sempre no intuito de conseguir um saldo maior de virtudes e minimizar tudo o que pode ser considerado vício.
Durante toda a existência humana, várias foram as tentativas para se chegar à felicidade, em cada cultura desenvolveu-se uma “técnica”. Os ensinamentos de Krishna nos orientam de como devemos fazer para guiar nosso ego. Buda, nos orienta bastante a respeito com o “caminho do meio”; Cristo também deu outro exemplo valiosíssimo quando nos apresentou o Sermão da Montanha e assim por diante... O que devemos sempre reparar, é que em qualquer um destes discursos, o que prevalece é que na luta entre a virtude e vício, o vale de lágrimas desaparece quando conseguimos fazer com que o lado positivo vença a disputa.
O que nos ajuda muito nesta batalha é um pouco de estudo, quem se preocupa com a questão deve procurar uma orientação, um mentor, um mestre que tenha a capacidade de nos mostrar o caminho das pedras, caso contrário, ficamos muito vulneráveis às questões negativas, pois infelizmente é ela que facilmente aparece ao nosso redor. Tudo o que é fácil não pode ser considerado uma conquista, a luta precede a conquista, e portanto, a virtude deve ser conquistada. É uma batalha dura, mas é só por meio dela que chagamos à real felicidade.
Talvez o monaquismo seja a forma mais radical de travar esta batalha, mas não é para qualquer um, ser um monge taoísta, budista, beneditino... É algo muito difícil.
Um caminho difícil, mas não radical é o dos monges urbanos, que podem levar uma vida “normal” mas que estão constantemente preocupados com suas atitudes pessoais e sociais, na tentativa de que o saldo de virtude consiga se manter maior em relação ao saldo negativo, o saldo de vícios. Não é fácil, requer disciplina, mas aos poucos as conquistas aparecem e nos trazem satisfação embuídas de felicidade.
Eu tento seguir meu caminho, apesar de constantemente ainda entrar em ciladas, afinal de contas aprender não é uma tarefa fácil.
“Non draco sit mihi dux”
Deixo para reflexão um trecho do livro de Mateus:
“Eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares da terra será desligado nos céus.”
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Sem hora marcada

Às vezes, certas situações aparecem à nossa frente, como se fosse algo enviado para nos ajudar. Como todos nós sabemos, aprender não é fácil e, como a vida é um aprendizado, todos nós temos nossos momentos de dificuldades, de angústia.
Hoje, no final do dia, tive a surpresa de me encontrar com um xamã. Não havia marcado nenhum horário, simplesmente ele apareceu. Também não realizou nenhum trabalho xamânico, apenas pronunciou algumas palavras que melhorou meu astral. Foi bem legal.
Não irei registrar todo o ocorrido, somente gostaria de passar para frente parte do que eu ouvi:
"Não adianta entrarmos em um rio para pará-lo, o máximo que poderá acontecer é ficarmos molhado."
"Em muitos momentos convém exercitar a não ação, pois a lei é certa: Em toda ação há uma reação."
"Nenhuma folha cai sem que o Pai saiba, portanto não se preocupe!"
Sei que para muitas pessoas estas frases não causam efeito, mas para mim, no momento em que eu as escutei durante a conversa, elas brilharam e o efeito foi muito bom. Às vezes as coisas acontecem desta maneira... E, mesmo fora do ritual, o xamã não deixou de ter o seu seu poder.
sábado, 2 de agosto de 2008
O2
Esses dias fiz outra visita ao Congá. Desta vez, ouvi palavras de um senhor simples, mas que emanava sabedoria.Fui orientado a trabalhar com o coração, pois segundo ele, esta é a melhor maneira de encararmos as turbulências do dia-a-dia.
Se fizermos nossos trabalhos com o coração, diminuiremos nossos problemas e teremos um cotidiano mais sereno. Fui ainda recomendado para que nas situações complicadas, situações em que ficamos abalados emocionalmente, devemos reservar um instante para exercícios de respiração. O oxigênio nos faz pensar melhor.
Acho que é isto que eu estou precisando agora: Oxigênio.
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