terça-feira, 8 de julho de 2008

Mestre


Como já se pôde perceber anteriormente, citei vários nomes de mestres. Cada um com o seu poder, ensinamento e história.

O que eu acho interessante deste contexto é o fato de que se escolhermos qualquer um para devoção, logo sentiremos suas qualidades, sua força... E o que tenho a dizer é que o negócio funciona, acontece.

Um mestre não se mostra, é descoberto pelo discípulo. As pessoas que o reconhecem. Afinal de contas, o mestre só aparece quando o discípulo está pronto. Outra coisa: Olhos abertos, todos nós já somos mestres de nós mesmos, apenas ainda não nos enxergamos, o ego não nos permite. Temos que procurar a nos despertar e ampliar nossos conhecimentos a respeito do que é a vida. Quanto mais conhecermos a respeito da vida, mais o nosso poder será ampliado e a vida ficará melhor. Vale à pena fazer um exercício, afinal de contas, "filho de peixe, peixinho é". Se somos "filhos de Deus...".

Qualquer Mestre de Luz que escolhermos nos levará ao mesmo lugar, independente do caminho a ser percorrido. Em um único ponto podemos traçar infinitas retas. O que muda é apenas a linguagem, o contexto cultural. Assim sendo, cada pessoa se identifica com um mestre diferente, como se fosse freqüências simpáticas, afinidade.
É fato que um mestre pode nos levar a outro, pois o caminho discipular está em níveis. É impossível subir todos os níveis de uma só vez, temos que ir lance por lance hierarquicamente, como uma escada que vai para o alto. Também é natural que haja alguém em um nível abaixo do nosso, nos olhando como um mestre, motivo por qual se torna uma atitude muito sábia policiar nossos atos, com o intuito de não correr o risco de ensinar algo errado e prejudicar o aprendizado de alguém.

Hoje, sei que escrevi pouco, mas tenho certeza que disse algo fundamental.
Exercite-se e verá que quem procura, acha.

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